Vigilância Ambiental discute qualidade da água

Iwwa Agência
Publicado 24/09/2009 03:09:38

A oficina sobre Qualidade da Água, realizada nesta quinta-feira (24/09), pela primeira vez em Camaçari, trouxe novas ações aos projetos que já vinham sendo executados pela Prefeitura.

A partir da próxima semana, a Coordenação de Vigilância Ambiental em Saúde inicia inspeção em residências, estabelecimentos comerciais e industriais.

A proposta é averiguar as formas de captação, armazenamento e distribuição da água consumida nas localidades. A decisão foi tomada durante a reunião ocorrida no auditório da Vigilância em Saúde, onde estiveram presentes representantes do Estado, Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento), indústria e comércio.

Atualmente a Coordenação de Vigilância de Camaçari realiza coleta mensal em residências e estabelecimentos comerciais para avaliar a qualidade da água. O material é encaminhado para análise no Laboratório Central de Salvador (Lacen). O resultado é determinante na elaboração de ações preventivas e corretivas.

“De 100% do que é avaliado pelo Lacen, 90% é apropriada para consumo humano”, informa a coordenadora de Vigilância Ambiental em Saúde, Patrícia Alcarria. Ela ainda esclarece que a realização da Oficina colabora com a execução de políticas públicas para o setor na cidade.

Durante a oficina foram apresentadas as ações municipais para execução do programa federal Vigiágua (Vigilância em Saúde Ambiental relacionada à Qualidade da Água para Consumo Humano) e a Portaria nº 518/2004, do Ministério da Saúde (MS), que estabelece os procedimentos relativos ao controle da qualidade da água. “No âmbito municipal, o Vigiágua diminui os gastos da Prefeitura com os atendimentos em saúde”, esclarece Patrícia Alcarria.

Segundo a técnica Coordenação de Vigilância Ambiental do Estado, Ana Maria Santos de Castro, Camaçari apresenta melhores resultados do Programa Vigiágua do que muitas cidades baianas. “Os técnicos da cidade sempre fizeram os procedimentos sem dificuldades”, diz.

Entre as doenças relacionadas à veiculação hídrica estão, cólera, hepatite A, diarréia e amebíase. No Município, os poços construídos próximos às fossas são os maiores agravantes. Hoje, são cerca de 30 em toda cidade.

“As pessoas que utilizam água de poço e têm dúvidas sobre a qualidade da água que consome, pode procurar a Coordenação de Vigilância Ambiental em Saúde para uma análise. Em se tratando de água encanada e fornecida pela Embasa, o órgão estadual também pode ser acionado”, esclarece Patrícia Alcarria, lembrando que as obras para implantação da rede de esgoto, em execução na sede e orla, tem mudado a situação

Foto: Agnaldo Silva

Oficina foi realizada na sede da Vigilância Ambiental -

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