Implantação da rede de esgoto da orla termina até fevereiro

Iwwa Agência
Publicado 08/10/2009 03:10:31

As obras de esgotamento sanitário, considerada uma das mais importantes da história de Camaçari, continuam em ritmo intenso. Na orla, onde já foram concluídos 85% do cronograma, os trabalhos devem ser finalizados em fevereiro de 2010.

Antes das intervenções, que começaram em janeiro de 2008, a orla não tinha sistema de saneamento básico.

Monte Gordo conta com mais de 12 quilômetros de rede coletora e 18 de rede condominial, Guarajuba tem 10 quilômetros de coletora e quase 7 de condominial, além de Barra do Pojuca, com cerca de 2 e 3 quilômetros de coletora e condominial, respectivamente.

Em Itacimirim, a extensão de rede atinge quase 13 quilômetros de coletora e 6,5 de condominial.

Dentro da Estação, o esgoto é tratado primeiramente na Central de Recebimento, passando pelo Difusor de Fluxo Ascendente (Dafa), caixa de areia (local de retirada da gordura), lagoa de maturação e lagoa facultativa, onde é feita decantação do líquido. Após tratamento, o produto é despejado no rio Pojuca com 97% pureza.

Segundo o subsecretário do Desenvolvimento Urbano (Sedur), Everaldo Siqueira, mais duas novas lagoas serão construídas na estação de tratamento.

As unidades devem funcionam já em fevereiro de 2010. Ele ainda informa que a Prefeitura tem a proposta de implantar uma cooperativa de flores em Barra do Pojuca, que seria irrigada com a água tratada no local.

Terminada esta fase, a Prefeitura segue para as localidades de Jauá, Vila de Abrantes e Arembepe, também na orla. Esta parte da obra deve ficar entre R$ 12 e R$ 18 milhões, segundo Everaldo Siqueira. Toda a verba para a implantação do sistema na região provém da Embasa (Empresa Baiana de Água e Saneamento) e está orçada em R$ 25,5 milhões.

SEDE
Na sede, são aproximadamente 190 quilômetros de redes coletora e condominial instalados. A obra, iniciada em 2007, vai ser concluída em outubro de 2010. O esgoto é tratado na Estação de Tratamento da Cetrel e depois lançado no Emissário Submarino, em Arembepe.

Por ser uma obra de grande impacto, a Prefeitura entende que eventuais transtornos possam acontecer, por isso, é necessária ajuda e compreensão da população durante a intervenção. A administração municipal tem feito tudo para minimizar os problemas.

A intervenção, no valor de R$ 64 milhões, faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do Governo Federal. Finalizado, o projeto irá beneficiar 75% da população.

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