Comerciantes reclamam da CLN

Iwwa Agência
Publicado 12/08/2011 01:08:29

A Prefeitura tem recebido inúmeras reclamações de muitos comerciantes de Barra do Jacuípe, que estão revoltados com a CLN (Concessionária Litoral Norte) devido à colocação dos guard rail à beira da Estrada do Coco sem as devidas pistas secundárias e de acessos à pista principal, o que dificulta o livre acesso de clientes às lojas e traz prejuízos para todo o comércio da região.  

Na altura do KM-33, por exemplo, as muretas foram colocadas em frente às casas comerciais instaladas do lado direito do sentido de quem ruma para a sede de Camaçari. A situação afasta muitos clientes, pois para chegar aos estabelecimentos comerciais da área a pessoa tem de ficar bem atenta, do contrário tem de fazer um retorno de mais de 6 quilômetros.  

Com a redução do movimento, alguns comerciantes tiveram de fechar as portas, mudar de local ou de ramo. O acesso à panificadora de Edmaura da Silva, por exemplo, ficou tão complicado, o movimento caiu tanto, que ela teve de alugar um ponto em outro local para instalar o estabelecimento e garantir o sustento da família.

Para Wagner Litzinger, que teve de fechar a empresa de reciclados porque perdeu a entrada de caminhões com a redução do acesso à pista e hoje trabalha na área de material de construção, a colocação dos guard rail provocou ainda uma divisão social e econômica, uma vez que “os moradores de um lado da pista não compram no outro devido à grande extensão do retorno.

No KM-32, por exemplo, a situação é ainda pior. A CLN fechou o acesso à uma madeireira situada logo após o retorno de quem sai da pista da Cetrel. Atualmente há apenas uma abertura que, para acessar a loja o cliente precisa fazer uma manobra perigosa, ao parar na Estrada do Coco e entrar de ré.

De acordo com o proprietário, Edmilson Santana, a CLN informou que vai fechar o acesso completamente. Com isso, ele não terá como descarregar e nem vender o material. “Com o acesso parcial estou tendo um prejuízo diário de R$ 5 mil, em média. Se o acesso realmente for fechado eu terei de fechar a loja e demitir os 12 funcionários, todos moradores de Barra do Jacuípe”, afirmou. Ele acrescentou que entrou em contato com a CLN e a concessionária não apresentou nenhuma solução para o caso.

Para Edmilson Santana, o mínimo que a CLN deveria fazer era construir a pista secundária do lado esquerdo, sentido sede, como foi feito no lado direito, mas com as pistas de acerelação e desacerelação de acesso à Estrada do Coco.

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