Capoeirista de Camaçari participa de eventos em 7 países

Iwwa Agência
Publicado 01/06/2010 04:06:20

Antonio Marcos dos Anjos, mais conhecido como mestre Grandão, da Associação de Capoeira Engenho, chegou este mês de uma longa viagem internacional.

Foram 90 dias ministrando cursos, palestras e participando de eventos de capoeira em sete países. “Em todos os lugares que estive fiz questão de levar o nome e a bandeira de Camaçari”, frisou mestre Brandão.

O atleta do Município atuou como juiz nos jogos europeus de Capoeira e ministrou cursos de capoeira contemporânea em três cidades de Portugal. De lá, mestre Grandão seguiu para Londres, Israel e Napoli, sempre coordenando cursos e palestras em encontros internacionais.

Os eventos foram promovidos pelo Muzenza, um dos maiores grupos de capoeira do mundo, em parceria com a Liga Brasileira de Capoeira. A viagem foi paga pelos organizadores do evento. A Prefeitura de Camaçari contribuiu com as passagens aéreas.

Após concluir os compromissos pela Liga e o Muzenza, o mestre Grandão seguiu viagem representando a Associação de Capoeira Engenho em três cidades na Itália, incluindo Milão, e duas cidades na Holanda, dentre elas, Amsterdã. Na ocasião, ele ministrou cursos e realizou a supervisão do trabalho das escolas de capoeira instaladas nas respectivas cidades.

CAPOEIRA

A capoeira é uma luta disfarçada de dança considerada também arte marcial. Possui 13 graduações para a fase adulta, mas também oferece programa de ensino infantil e juvenil.

Na categoria adulta, a mudança é anual, da primeira à quinta fase, da 5ª à 10ª graduação a mudança ocorre, em média, a cada três anos, e da 10ª à 13ª é a cada 10 anos.

O capoeirista que alcançou o 5º nível de graduação é formado monitor e, conforme mudança de título, se torna instrutor, formado, professor contramestre e mestre.

Os jogadores de capoeira que estão classificados da 10ª à 13ª graduação são intitulados mestres, só mudam as cores do cordel que, no caso da Associação de capoeira Engenho, obedece às cores da bandeira do Brasil.

De acordo com o mestre Grandão, para ser considerada arte marcial é necessário que a luta tenha sido utilizada em uma guerra. No caso da capoeira, a luta se tornou ferramenta de guerra contra o Paraguai, em 1865, quando o Brasil formou batalhões de capoeira.

O chamado Batalhão de Zuavos era formado por capoeiristas especializados em tomar as trincheiras inimigas na base da arma branca.

Foto:

Mestre Grandão ministrou cursos para centenas de pessoas -

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