Alunos aprendem sobre biomonitoramento

ASCOM BOT
Publicado 02/10/2009 11:10:47

O programa de biomonitoramento do ar de Camaçari, realizado de forma pioneira no estado, será inserido nas escolas da rede municipal. A intenção é de que, a partir da segunda quinzena deste mês, os estudantes tenham acesso a informações sobre o programa.

O objetivo é mostrar a importância da ação e os avanços que trará para a saúde do Município. A primeira escola a ser contemplada com o programa de educação ambiental é a Helena Celestino de Magalhães, no bairro do Gravatá. A unidade possui uma estação de monitoramento do ar, pela Cetrel.

A ação consiste ainda no levantamento da saúde dos estudantes e na avaliação do fluxo respiratório máximo dos alunos, que especifica a capacidade pulmonar.

O processo é feito por meio de um equipamento chamado espirômetro. A capacitação será feita em uma escola por vez e deve durar um mês.

Os colégios particulares que tiverem interesse em participar do projeto devem procurar o Núcleo de Vigilância Ambiental em Saúde, ao lado da Coelba, ou entrar em contato através do telefone (71) 3621-0331, ramal 24.

BIOMONITORAMENTO
O programa de biomonitoramento do ar auxilia na formulação de políticas públicas de prevenção e redução das doenças causadas pela poluição. A proposta é traçar um perfil entre os níveis de poluição e as ocorrências de problemas respiratórios.

A Prefeitura, por meio do Núcleo de Vigilância em Saúde, dividiu o Município em 20 pontos para o desenvolvimento do projeto. A avaliação é realizada em três etapas simultâneas. São retiradas as cascas de árvores e de flores para contagem de grãos de pólen e coletados dados da saúde em crianças de até 5 anos que apresentam problemas respiratórios e são atendidas no Pronto-Atendimento da Gleba B ou no Hospital Geral de Camaçari.

As cascas de árvores e as flores são utilizadas como objeto de estudo da pesquisa pela sensibilidade a poluição e capacidade em absorver as substâncias do ambiente que estão expostas.

Todo material colhido é encaminhado para análise na Universidade de São Paulo (USP), onde é feita técnica de fluorescência de Raio X. A partir do procedimento, pode-se identificar os fatores poluentes do ambiente.

Foto: Agnaldo Silva

Projeto começa com os alunos do Helena Celestino -

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